sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Brasil x China: Diferença eleitoral online


Ao longo dos anos, a política no Brasil passou a utilizar inúmeras vezes a internet e conseqüentemente as redes sociais. Estamos em ano de eleição presidencial, e a liberdade em expor opiniões sobre candidatos, tirar foto com eles e defendê-los passou a fazer parte do dia-a-dia do brasileiro. Temos sorte, pois países como a China possuem uma censura consistente, que priva a livre possibilidade de navegar na internet e ver o que tiver vontade. São dois países diferentes, que também utilizam o mundo virtual sem nenhuma semelhança ou proximidade, principalmente quando se trata de política ou eleições.

Para haver uma regularização de direitos e deveres dos cidadãos brasileiros no ambiente virtual, foi sancionado – pela presidenta Dilma Rousseff, em 23 de abril deste ano - o Marco Civil da Internet. A lei traz a garantia de liberdade de expressão, a proteção da privacidade e o estabelecimento da neutralidade da rede como princípios básicos na Internet.  Além disso, ainda é vivo o debate sobre os direitos autorais online, sobre o que pode ser baixado ou copiado. Sendo que em período eleitoral tudo é válido, e passamos a colocar ainda mais em prática o conceito da ciberdemocracia, onde o cidadão, por meio da utilização das novas tecnologias ajuda a criar processos e mecanismo de discussão, a partir de um diálogo entre ele e o Estado, para se chegar a uma política de decisões.

Teve plebiscito e optaram pela democracia. E isso define os princípios de Governança e Uso da Internet no Brasil, onde a liberdade e estímulo ao criativo tornam-se uma das práticas mais utilizadas pelo povo brasileiro. Os dois candidatos ao segundo turno da eleição presidencial de 2014 (assim como inúmeros políticos) possuem site, perfil no Facebook, Twitter, e várias outras formas de mostrar suas propostas ao público. Portanto, na era digital e das redes online, a opinião pública tornou-se uma importante ferramenta para saber o que está certo ou o que precisa mudar. Com as eleições, pesquisas como a do Datafolha são feitas através da coleta de opiniões de uma quantidade de pessoas de determinada região, a fim de saber qual candidato escolheu para votar.

E a China caro leitor? Ao contrário do nosso país, nela há o autoritarismo do Partido Comunista da China (PCC) que possui fortes restrições à internet, à imprensa, à liberdade de expressão, entre outras coisas. Oposição não existe, assim como essa ligação (quase que familiar) entre candidato e eleitores brasileiros, seja pessoalmente, nas redes sociais ou na própria Internet. Uma matéria do site Canaltech, traz o relato do cientista político Gary King, garantindo que o partido comunista chinês promove o maior ato de restrição à liberdade de expressão da história da humanidade. Então além da fiscalização de sites, o Facebook e o Twitter tiveram seu uso proibido por lá.

De acordo com o filósofo alemão Jürgen Habermas, a esfera pública representa uma dimensão do social que atua como mediadora entre o Estado e a sociedade. Ou seja, nela os cidadãos se comportam como corpo público quando se comunicam de maneira irrestrita sobre assuntos de interesse geral. As eleições proporcionam o diálogo entre as pessoas, tendo como mediadora principal a Internet. É possível que os modos de manuseio do ambiente online na China não se concretizem no Brasil. Mas é importante perceber que os realizadores da esfera pública somos nós, com a existência de um único partido ou de vários que possa escolher.

O Brasil está proporcionando, amplamente, a mesclagem entre mídias. O debate eleitoral de tal emissora é comentado em tempo real no Twitter ou Facebook, e quando termina simplesmente já está disponível no Youtube. É uma rede de comunicação onde à participação das pessoas torna-se necessária. Enquanto a China proíbe e fiscaliza de forma incansável o que se passa pela Internet, aqui escolhemos quem vai nos liderar, opinamos, discutimos, tiramos selfies alegres com candidatos. Pois, mesmo com todos os problemas políticos do nosso país, como a corrupção, é essa a imagem que muitos têm de nós, seja de forma pessoal ou virtual.



Autora: Lorena Correia


Manifestações Políticas


Em 2013 a população brasileira fez das ruas do país a sua arquibancada política e protestou contra o aumento do preço da passagem de ônibus. Cartazes com a frase “ Não é só por 0,20 centavos” apareceram em meio as passeatas expressando a insatisfação da população com o atual sistema político brasileiro. Melhorias na educação, saúde, moradia e transporte foi o que pediu milhões de brasileiros que foram as ruas protestar. Muitos jovens participaram das manifestações e o que se via no semblante de cada um deles era uma enorme vontade de mudança. Foi um movimento politizado,  e objetivo suscitando nas pessoas o civismo que a muito não se ouvia falar. A última vez que ele apareceu de forma tão nítida foi em 1984 no movimento conhecido como Diretas Já que pedia eleições direta no Brasil e em 1922 com a mobilização estudantil caras-pintadas,que lutou pelo impeachment do então presidente Fernando Collor.

As redes sociais em 2013 constituíram-se como potencializadores das manifestações isso porque permitiu um maior fluxo informacional em menor escala de tempo, permitindo que as pessoas soubessem em tempo real o que estava acontecendo em determinado local. Já imaginou como seria se as redes sociais existissem na época da manifestação caras pintadas ou na época das Diretas já? Certamente a mobilização seria ainda maior do que foi, mais pessoas seriam alcançadas, recursos como fotos e vídeos atuariam como instrumentos de denuncia das opressões e violências que ocorreram. Em seu trabalho “ Internet e participação política em sociedades democráticas. Gomes (2005b) atribui a internet algumas vantagens tais como ; 1) superação dos limites do tempo e espaço para a participação política; 2) extensão e qualidade do estoque de informação online;3) comodidade,conforto,conveniência e custo; 4) facilidade e extensão de acesso; 5) sem filtros nem controles; 6) interatividade e interação e 7)oportunidade para vozes minoritárias ou excluídas .

Desde as Diretas Já até os protestos que ocorreram em 2013 tem ficado claro que as ferramentas de mobilização de massas passaram por uma forte transição. Assembleias e folhetos tem dado lugar a eventos online e post escritos, dessa vez não apenas por lideranças pré-estabelecidas , mas por pessoas comuns , das mais distintas origens e que se deram conta que podem se fazer ouvir e que tem poder enquanto cidadãos passando a ter uma visão mais definida do significado genuíno da democracia e da participação.  E isso vem reformulando a visão daqueles que são cobrados pela a população. Políticos e governos também passaram a utilizar as redes sociais tanto para a gestão interna, quanto como forma de responder de forma mais ágil as reivindicações, críticas e as sugestões de seus eleitores.  Tendo em vista o grande poder de mobilização das mídias sociais  após as manifestações que ocorreram no Brasil, o  Governo Federal criou  uma rede social denominada ObservatórioParticipativo da Juventude, um espaço virtual voltado a produção de conhecimento sobre a juventude brasileira, com participação e mobilização social. O participatório se propõe a promover a participação política em ambientes virtuais através de debates e mobilizações. Discussões como reforma política, enfrentamento da violência contra a juventude negra foi propostos. “A web é a melhor forma de estimularmos a democracia nos tempos atuais”, afirmou Wagner Diniz, gerente da WC3 Brasil.

No momento os debates estão suspensos no Participatório durante o período eleitoral. Por ser uma ferramenta do Governo Federal, talvez torne-se um pouco imparcial e nesse ponto deva-se problematizar sobre a verdadeira democracia.  As redes sociais e sua atuação com esfera política proporcionou as manifestações de Junho de 2013 dimensões maiores, as informações chegaram para todos e foram construídas por todos .

Autora: Priscila Silva

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Internet: Um passo para a democratização


Seria espantoso ouvir alguém perguntar: “onde encontro essa informação?”. Porque com a internet ficou mais fácil saber sobre vários conhecimentos da humanidade, e sobre o que acontece em um lugar distante, do ponto de referência, em apenas alguns segundos. Antes da internet, a rede de comunicação era feita por conversas pessoais, em cartas, e mais tarde com aparelhos de emissão de voz. Mas até mesmo com a televisão, o receptor ficava restrito às informações veiculadas pelos monopólios da comunicação, que costumavam atender apenas aos interesses políticos e econômicos. Mas, agora, o receptor consegue se tornar emissor da informação, expor sua opinião e revelar outro viés sobre algum fato.

A internet foi se expandindo e, com isso, surgiram as redes sociais, em que as pessoas criam perfis, contas, e deixam que seus amigos vejam suas informações. Espaço onde podem escrever, colocar fotos, vídeos, e compartilhar todos esse conteúdos. Como já foi dito anteriormente, qualquer indivíduo - que disponha do acesso à internet - consegue atuar como emissor, e suas mensagens poderão chegar aos vários cantos do globo. Essa atuação que foi dada ao povo pode modificar também os rumos da política, o que foi conferido em 2011 com a Primavera Árabe.

A utilização das redes sociais foi de extrema importância para a organização da chamada Revolução Árabe, que aconteceu em alguns países do Oriente Médio e Norte da África, liderada por jovens desempregados, insatisfeitos com a situação político-econômica.  A luta foi contra governos ditadores, e os países pioneiros foram a Tunísia e o Egito, que acabaram influenciando outros países na luta por melhores condições de vida, através da disseminação das informações nas redes sociais como Facebook e Twitter. Nesses espaços, houve debates, divulgação de locais e horários de protestos.

É notório o quanto a comunicação horizontal na internet possibilita mudanças em vários aspectos da sociedade, até mesmo político. Como é afirmado em “O futuro da Internet”, de André Lemos e Pierre Levy: através da emissão livre, dos compartilhamentos de informação, pode se almejar “mudanças globais da esfera política em direção a uma ciberdemocracia”.

Autora: Aline Valadares

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O risco de se viciar

Faz parte do homem querer se comunicar. É uma necessidade que começou a ser praticada com desenhos e a escrita (com as cartas). A evolução tornou-se tão grande que foi possível ouvir a voz de uma pessoa que estava a quilômetros de distância, através do rádio em 1920. Ouvir programas de entretenimento, músicas e notícias, tudo através de um objeto que emitia a voz. Mas o objetivo, ao longo dos anos, nunca foi se contentar com apenas isso. Era preciso ver quem falava, como seriam suas roupas ou o modo de expressar-se. Com isso a televisão, em 1923, veio para elevar o nível da comunicação entre as pessoas, mesmo com suas imagens inicialmente em preto e branco.

A comunicação foi um instrumento tão aprimorado, que se tornou possível constituir uma grande rede. Não só de computadores, mas de informação. Na internet é possível procurar ou ser encontrado. Pesquisar e até ser pesquisado. Porém o que está realmente prendendo mais e mais as pessoas no “mundo” online são as chamadas redes sociais. Nelas podemos fazer diversas coisas, conversar, ver imagens, enfim, uma pluralidade de ações. Isso cresceu com tamanha força, que em vez de ajudar, em alguns casos, está atrapalhando.

Muitas pessoas, em sua maioria adolescentes, andam de cabeça baixa, distraídos pela telinha do celular ou smartphone. Basta só um bipe do WhatsApp, ou a atualização de status no Facebook ou em qualquer outra rede de relacionamentos para prender ainda mais a atenção. O fato é: tem pessoas viciadas. Não é um vício qualquer. Em uma reportagem da revista Isto É, uma jovem diz ter deixado de viajar por causa do tempo que ia levar sem internet durante a viagem. Vários casos de dependência surgem a cada dia, trazendo novidades como a Selfie e o "Bull Selfie". Com isso a ansiedade aumenta a agonia e o medo de passar um segundo sem estar conectado.


E a tendência, desse manuseio incontrolável, é aumentar. Pois há crianças que mal nascem e já ganham um tablet de presente, assim como um perfil no Facebook. Será que essa atitude é errada caro leitor? Não se pode julgar, mas também apressar as coisas não soa tão necessário. Então, o que foi feito para obter informação de forma mais rápida, acabou por trazer entretenimento e também muitos momentos bons entre as famílias e seus amigos. Talvez o vício e a necessidade de receber uma curtida ou uma resposta instantânea com quem se fala numa rede social, sejam apenas uma forma encontrada para ser aceito e aceitar. 


Autora: Lorena Correia
Imagem: Google

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Porque o Orkut acabou?

Ao fim deste mês de setembro será decretada a extinção do Orkut.  Após completar 10 anos de funcionamento, sua existência chega ao fim. Poderia apontar diversas causas para sua inevitável obsolescência, porém a mais convincente é a evolução das suas concorrentes. Entre elas o Facebook, o vilão número 1. Em 2011, o Orkut começou a perder usuários. E no início de 2012 foi ultrapassado pelo Facebook que tomou seu posto de maior rede social no Brasil.


A rede social online Orkut foi fundada em 2004, e se tornou fenômeno na época em termos de tecnologia da comunicação. Filiada ao Google tinha como alvo os Estados Unidos, porém alcançou maior número de seguidores no Brasil e na Índia. A plataforma tinha como características triviais para se classificar como rede social o bate-papo, o compartilhamento de álbuns de fotos, de vídeos, de depoimentos e recados no mural e ainda haviam as famosas comunidades.

Há grandes mudanças do Orkut para o Facebook, entre elas estão a criação da linha do tempo e a impossibilidade de saber quem visitou o seu perfil. Mas o que realmente pesa é a ausência das comunidades. Apesar de procurarmos somente comunidades com as quais nos identificávamos, havia a possibilidade de conhecermos pessoas diferentes que compartilhavam dos mesmos pensamentos, algo que não acontece no Facebook e que acaba limitando seu usuário e barrando a serendipidade. Os grupos formados por amigos do Facebook ainda não funciona como o “fórum” de debates do Orkut, e dificilmente funcionará, pois em sua maioria são utilizados como ferramentas de trabalho.

Os defensores do Orkut veem o Facebook como um campo de “guerra de egos”, na qual alimentamos diariamente nosso perfil com recursos de texto e audiovisual para travar as batalhas das curtidas, dos compartilhamentos e das cutucadas. As pessoas atualmente já postam algo pensando em como vão ser aceitas, se vão ganhar muitas curtidas e como vai ficar a reputação online pós-postagem.

Este último argumento nos leva a citar um vídeo chamado “What’s on yourmind?”, que está em nossa página de relacionados. Dirigido e escrito pelo norueguês Shaun Higton, narra a história de um personagem que mente sobre a sua vida para ganhar novos "curtir" em seus posts e transformar a sua rotina mais emocionante.
Antes do Orkut vieram ClassMates (1995), AOL Instant Messenger (1997), Sixdegress (1997), Friendster (2002), My Space (2003), LinkedIn (2003), entre outros. Depois do Orkut vieram Facebook (2004), Twitter (2006), Instagram (2010) e virão outras e outras, porque essa é a tendência, as redes sociais surgem exatamente dessa necessidade do ser humano em compartilhar com o outro, criar laços sociais que são norteados por afinidades entre eles. O homem anseia pelo novo e a obsolescência programada é a consequência dessa condição.



Autora: Paula Trindade
Imagem: Google

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Novas redes sociais

É preciso estar conectado. A cada dia as pessoas necessitam das redes sociais para fazer coisas variadas. Tudo dentro de uma cadeia de vontades ou desejos, com finalidades ilimitadas. Afinal, não basta apenas estar conectado, em seu Facebook, Twitter ou Instagram. É considerável dar uma curtida numa foto de um amigo, ou comentar o status do outro. Claro que conversar no bate-papo é interessante ou simplesmente postar o almoço do dia que acontece em um lugar diferente.
Estar online também significa se aventurar, conhecer pessoas ou assuntos novos. É poder criar vídeos divertidos para compartilhar, ou simplesmente conversar e ver uma pessoa que pode estar em outro Estado ou país. Mas na era da conectividade, nós nunca estamos 100% satisfeitos. Pensando nesse querer mais que faz parte do ser humano, várias redes sociais estão se desenvolvendo e atraindo novos “seguidores”.
Abaixo estão 10 redes sociais que vale apena conferir:
130109065646-2013-social-networks-pheed-large-gallery-horizontal


 tem uma proposta ousada que é cobrar para que os usuários possam acessar certos conteúdos. Gostou desta foto? Quer saber o que ando fazendo por aí? Pague por isso. Os valores variam entre US$ 1,99 a US$ 34,99. Já faz sucesso entre celebridades, como Miley Cirus e David Guetta. Por que é legal: É possível ganhar dinheiro se você for popular. Sistemas: iOS e Android (em breve).

twitter-vine-app


A rede estreou em janeiro deste ano e chegou com um conceito que remete muito aos GIFs animados. Nele, o usuário pode criar pequenos vídeos de seis segundos. O cadastro pode ser feito associando sua conta no Twitter. Ainda há muitas contas sem conteúdo e pouco engajamento, mas parece promissor. Por que é legal: Gera vídeos engraçados, mas ainda precisa comer muito feijão pra chegar ao prestígio de um Instagram. Sistemas: iOS.

130109065720-2013-social-networks-thumb-large-gallery-horizontal


Funciona assim: a pessoa posta uma foto e pede uma opinião. Aí os usuários colocam “thumbs up” (a joinha, polegar pra cima) ou “thumbs down” (o oposto). Os criadores prometem um grande feedback e engajamento. Mas, o que vemos até o momento, é um lugar meio desabitado. Por que é legal: Se você for uma blogueira (o) de moda, pode postar o “com que roupa eu vou” e obter opiniões. Sistemas: iOSAndroid e web.

whereis


Bem parecido com o Thumb, esta é uma rede social para obter respostas. Aqui, a possibilidade é maior para questões mais práticas. Se você quer saber de qual lugar pertence uma foto, ou quem está cantando uma música, basta postar a pergunta. Mas, também é possível pedir opinião sobre algo sério ou lúdico. Pouca gente ainda debate por lá e o Pergunter vai ter como concorrente de peso o Thumb. A pergunta mais respondida por lá tem – atenção – OITO respostas. Apesar de ser todo em inglês, o app é brasileiro. É bom ficar de olho. Por que é legal: Pode ser divertido conseguir respostas para o que te aflige. Ou ainda arrumar companhia para falar de assuntos sérios. Sistemas: iOS.

shirt-foto-medium


Talvez a nova rede social mais comentada no momento. Ela chama atenção pela sua exclusividade. Para fazer parte é preciso de um convite. Depois, os curadores precisam aprovar a entrada de novos usuários, que poderão fazer posts. A intenção dos criadores é manter o nível de qualidade alto. Para leitura, o acesso é livre. A rede, claro, já foi acusada de elitismo, o que vai de encontro ao espírito da web, que é livre e democrática. Polêmicas à parte, você pode se inscrever com a conta do Twitter pelo site. Por que é legal: Se você for aceito, vai ter uma audiência de bom gosto (dizem).

vendly


Novíssimo, a rede surgiu este mês. A ideia é boa. Aqui, você faz o anúncio de um produto com uma foto em um espaço curto, semelhante ao Twitter. Com isso, os usuários entram em contato com o vendedor. Também é possível compartilhar, caso você queira ajudar a popularizar o produto. Por que é legal: É uma maneira prática e divertida de fazer negócios. Sistema: iOs e Android (em breve).

130109065543-2013-social-chirpify-large-gallery-horizontal


Na mesma proposta de venda com praticidade, o Chirpify oferece o “pagamento com um clique”. Usando o Twitter ou Instagram, você oferece um produto e o preço citando @Chirpfy. Quem quiser comprar, basta responder ao perfil dizendo “Buy” (compro!). É gratuito para usar, mas a rede fica com 5% da transação. A banda Green Day já usou a rede. Por que é legal: É muito prático para fazer compras online e oferece muitas possibilidades no futuro. É preciso fazer cadastro.

Skoob CntstDstc


Esta já é bem antiga, mas se popularizou bastante nos últimos meses. É uma rede social brasileira voltada para amantes de livros. Aqui você pode fazer check-in no que está lendo e compartilhar seus gostos com os outros usuários. É bastante promissora e já está recebendo atenção de grandes editoras. Por que é legal: É possível descobrir escritores, livros e adicionar conteúdo. Sistemas: apenas web por enquanto. Na AppStore tem um aplicativo com o mesmo nome, mas trata-se de um leitor de e-books que não tem nada a ver com a rede social.

130109065526-2013-social-networks-chirp-large-gallery-horizontal


Este é um dos mais inovadores este ano. Chirp é uma rede social que faz compartilhamento de arquivos por áudio. Funciona assim: o app emite uma frequência específica por dois segundos, e aparelhos habilitados reconhecem a frequência começam a fazer o download. Melhor ainda, esse barulho pode ser amplificado por caixas de som para quem uma grande audiência possa receber o arquivo ao mesmo tempo. Ou ainda fazer embed no Youtube. Por que é legal: É uma evolução, pois acaba com a chatice que é depender de Bluetooth ou ter que mandar por email. Sistema: iOS.

twoo-aplicativo


Ele surgiu como um “Grindr hétero”, pois possibilita conhecer pessoas que estão perto usando o GPS do celular. A ideia é favorecer encontros em um sistema de paquera prático. Ao contrário do Grindr, o Twoo tem mais recursos, mas a ideia é basicamente a mesma: tem alguém perto de você interessante, por que não marcar um encontro? Por que é legal: A tecnologia pode dar uma mãozinha para aplacar sua solidão (nunca mais #foreveralone). Sistema: iOs e Android.




Fonte: Mundo Bit(UOL)
Autora: Lorena Correia